o tempo é uma ficção criada há pouco tempo.
será desinventada no futuro
onde as rosas prescindem do jardim.
o tempo do relógio é uma miragem
tão irreal quanto qualquer camelo
passando no buraco de uma agulha.
metáforas são flores do pensamento
pensadas para que se possa pressentir
que o tempo é uma aventura aqui, agora
que se eterniza ou sequer agoniza:
se precipita no caos.
o tempo é a flor do caos
de onde as naus nunca regressarão
porque haveria sempre um tempo a mais
entre uma nau e a idéia do seu cais.
GC, in Balada do Impostor (30.06.06)

Geraldo Carneiro gostaria de poder entregar um exemplar de Balada do Impostor a Cartola, seu ídolo desde sempre. O fotógrafo Antônio Guerreiro e o ator Flávio Bauraqui simularam, nesta foto, a cena do tempo-sonho de GC. (30.06.06)

Está chegando a Balada do Impostor. Conheça em Erros Meus / Poemas o poema que dá titulo ao livro. (23.06.06)
O poema reciprocidade, que compõe o Tropicaligrama desta semana, também estará na Balada. (23.06.06)

Aceite o convite convite e vá ao lançamento! (23.06.06)
O novo livro de poesia de Geraldo Carneiro, Balada do Impostor, será lançado no dia 29/6, pela editora Garamond, na Livraria Travessa, em Ipanema (RJ). Conheça o poema de abertura do livro, a voz do mar, em Erros Meus / Poemas. (16.06.06)
Leia em Rosas que Falam o Poema de Amor, de Sandra Bonadeus. (09.06.06)
A poesia festeja: Geraldo Carneiro faz aniversário neste domingo, dia 11. (09.06.06)
Zé Renato ao vivo, no Theatro Municipal, interpreta o Segundo Movimento da Sinfonia do Rio de Janeiro, de Francis Hime e Geraldo Carneiro. Vídeo novo em Silêncio / Canções. (02.06.06)