ó cunhãs, ó indiazinhas em flor
quisera ser o vosso Pero Vaz,
cronista das vergonhas saradinhas,
naufragar nestas Índias do Ocidente
cheio de fantasias orientais.
ser vosso fauno sem après-midi
cevado (ai de mim) a aipim e cauim
até me converter num querubim
e, numa patuscada bem pagã,
Cubanacan ao fundo no atabaque,
oferecer o corpo em holocausto,
para sentir, com a graça de Tupã,
os vossos dentes me mascando a carne
nhaque nhaque nhaque